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Conseg Aratu
Incidente de segurança custa US$ 297,5 mil para organizações
22/03/2010
Dados são de pesquisa encomendada pela empresa de segurança da informação Symantec à consultoria Applied Resea. 16 Jul 2009| FONTE - ComputerWorld

 

Dados são de pesquisa encomendada pela empresa de segurança da informação Symantec à consultoria Applied Resea.
16 Jul 2009| FONTE - ComputerWorld

A perda de dados é hoje a maior preocupação das empresas em caso de desastres. Foi o que revelou uma pesquisa encomendada pela empresa de segurança Symantec à consultoria Applied Research, realizada nos meses de maio e junho, com 1.650 empresas de 24 países das quais 25 no Brasil. Segundo o levantamento, 36% das companhias veem como ponto crucial problemas de custos causados com o tempo para que os sistemas voltem ao ar e 44% com os danos à marca.

De acordo com a pesquisa, o custo médio global de um incidente do tipo é de 287 mil dólares, enquanto no Brasil esse valor é de 297,5 mil dólares. Vale ressaltar que a mais recente estatística do Centro de Estudos e Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br) revelou no País um volume de 218 074 incidentes reportados até março.

Além disso, segundo Lima, apesar de no Brasil os gastos serem maiores que a média mundial, o período que as empresas levam para reestabelecer todas as operações no Brasil, em caso de desastre, se equipara a de outras nações. Esse prazo é de de três horas a quatro horas.

“É um grande avanço se compararmos ao cenário de um ano atrás”, ressalta Vicente Lima, gerente comercial da Symantec no Brasil”. Em 2008, este tempo chegava a 12 horas e, em 2007, atingia um dia inteiro. Outra boa notícia, destaca Lima, refere-se aos investimentos destinados a programas de recuperação de desastres. Do total de entrevistados, 50% afirmaram que devem aumentar os orçamentos nos próximos 12 meses e 44% disseram que pretendem manter os mesmos valores.

A preocupação é tanta que os executivos atualmente estão mais envolvidos com as estratégias ligadas à recuperação de desastres do que era observado no passado. Os gerentes de tecnologia são os que acompanham a questão mais de perto (68%). Os Chief Information Officers (CIOs) e Chief Technologies Officers (CTOs), juntos, correspondem a 76% - em 2007, era 33%.

Boa parte dessa corrida resulta do avanço da virtualização nas empresas. A implantação dessa nova tecnologia mudou em 74% das organizações o enfoque dos planos de recuperação de desastre

Relatório de Riscos das Vias de Acesso do Centro Industrial de Aratu – CIA Sul
05/03/2015

Relatório de Riscos das Vias de Acesso do Centro Industrial de Aratu – CIA Sul

 1. Diante de informações dos órgãos de Segurança Pública da região e registros do CONSEG ARATU , segue abaixo por ordem de gravidade as vias de acesso com maior incidência de Assaltos, Latrocínio, Desovas, Queima de veículos e outros crimes.
 
Via Ipitanga
Rodovia Cia Aeroporto (Ceasa)
Rodovia Cia Aeroporto (Capelão)
Via Centro
Rodovia Base Naval
Via Periférica 1
Via Periférica 2
Via Urbana
Estrada Santo Antonio do Rio das Pedras
Quadra 03 do Sesfi Cia Sul
Rodovia Mapele Simões Filho
Rodovia Aratu Ilha de São João
 
2. Para tornar mais seguro o trajeto de Gestores e Executivos, recomendo as seguintes medidas que visam contribuir preventivamente para mitigar as vulnerabilidades, ameaças e os riscos.
 
 1º Evitar sair da empresa após as 19h00
 2. Fazer o trajeto pelas vias principais até a BR 324.
 3. Evitar o trajeto Via Ipitanga Posto Fon Fon.
 4. Evitar abastecer nos postos de gasolina no trajeto da BR 324 e Rodovia Cia Aeroporto.
 
3. Ausência de telefone público nos seguintes trechos
 
Km 18,5 da BR 324 (Sudic) ao Km 0 (retiro/acesso norte)
Via Centro / Rodovia Cia Aeroporto (Ceasa) e em todas as vias do CIA
Rodovia Ceasa Aeroporto Itapoan (viaduto).
 
4. Ausência de barreira Policial durante a noite
 Km 18,5 da BR 324 (Sudic) ao Km 0 (retiro/acesso norte)
Via Centro / Rodovia Cia Aeroporto (Ceasa)
Rodovia Ceasa Aeroporto Itapoan (viaduto).
Em todas as vias do CIA
 
5. Presença de barreira Policial durante o dia
Km 18,5 da BR 324 (Sudic) ao Km 0 (retiro/acesso norte (Viaduto da Brasilgás horário restrito Policia Rodoviária Federal)
 Rodovia Cia Aeroporto (Ceasa)  1º quebra mola (entrada Pedreira Cepel) Horário restrito)
Rodovia Capelão Aeroporto ( Após o Posto de Gasolina Petrobrás horário restrito)
Rodovia Ba 001 (estrada do Derba/Base Naval de Aratu (Posto da Policia Rodoviária Estadual 24h).
 
6. Outras medidas deverão ser avaliadas conforme as necessidades das empresas.
 
Atenciosamente,
 
Álvaro Irineu Filho
CONSEG ARATU - Presidente 
Segurança Empresarial - Crises & Emergências
15/01/2015

Antecipar-se para proteger e garantir, deve ser o indicativo das ações de segurança empresarial no complexo ambiente estrutural em que vivemos. O dia-a-dia da atividade de proteção para pessoas, bens e instalações, não pode e não deve servir de embargo a necessidade cada vez mais presente de estruturar procedimentos que estejam adequados ao enfrentamento, controle e reversão de situações que por sua natureza tragam riscos a pessoas, bens e instalações da organização.

Situações de emergência , não avisam, não fazem parte do contexto normal de funcionamento de qualquer atividade econômica. Assim, devem ter tratativa diferenciada, e exigem para seu planejamento habilidades e competências específicas de profissionais com visão prospectiva, que lhes permita avaliar antecipadamente problemas que podem surgir, ou seja, exercitar previsões sobre conteúdos ainda não efetivados. Cada organização tem sua própria realidade e sua"cultura ocupacional", enfeixando fatores de gestão empresarial e comportamental das pessoas que ali trabalham. Dessa forma, não há como estabelecer "planos", sem que antes, se faça um estudo sobre a conceituação que as pessoas tem sobre a segurança e suas implicações. É como se fossemos usar um instrumento frequentemente aplicado pela área de Recursos Humanos, denominado de "pesquisa de clima", e que visa obter um "mapa" de como as pessoas enxergam sua organização, seu trabalho e o seu relacionamento entre as estruturas formais e informais.
 
Uma recente situação ocorrida durante a greve dos bancários pode sinalizar a razão e importância da previsão/prevenção. Alguns postos de caixas eletrônicos tiveram seus teclados "colados", impedindo o seu acionamento pelos clientes. Certamente a perspectiva de segurança, estava centrada no esquema de agências, ignorando outras ações que poderiam ocorrer. É exatamente isso que ocorre na maioria das vezes em situações de crise e/ou emergências. Fixamos o problema num plano, sem ter a visão ampliada de desdobramentos ou novas facetas...

Não é a toa, que é conhecida a afirmativa de que " a história sempre se repete, como farsa ou tragédia...". Numa ocasião, em acidente ambiental ocorrido numa noite de sábado, num feriado prolongado, o responsável pelo gerenciamento da emergência, irritava-se, pois ao acionar as pessoas que deveriam dar suporte as ações corretivas emergenciais, descobria que os celulares atendiam sempre em "caixa postal" ou " fora de área ou desligado", o pior é que seu "plano de acionamento emergencial" estava calcado em localizações via celular ou residência, local que as pessoas não estavam ! A amplitude do acidente deu-se em função da mídia, que não obtinha informações adequadas, fazendo com que o poder público fosse mobilizado e provocando sérios problemas para a empresa em termos de imagem, por medidas administrativas, legais e mais a frente por demandas judiciais.

O processo de segurança, exige uma integração vertical e horizontal na organização, já que sua função, não é buscar culpados, mas impedir que fatos indesejáveis ocorram. Como conceito, isso deve nortear o trabalho para a prevenção, "focando" a prevenção, a reação e a contenção da crise e/ou emergência. Isso não é conseguido por "planos" que nunca foram simulados ou testados ou que foram produzidos apenas para atendimento a normas ou exigências internas e/ou externas. É como se fossemos contar com uma brigada de incêndio, cujos componentes em sua maioria, já foram desligados da empresa ou estão afastados do trabalho...
 
A percepção da emergência ou crise, muitas vezes escapa na observação centrada "na minha organização"(!), esquecendo-se de riscos decorrentes da vizinhança ou extramuros que podem comprometer a segurança ou a continuidade do negócio. Prova disso é um incêndio ocorrido numa edificação comercial do RJ, onde prédios vizinhos foram atingidos ficando interditados por mais de cinco dias, mas que nunca foram considerados como de possível ocorrência, gerando danos financeiros de elevada monta, e num dos atingidos a perda total de seus sistemas informatizados.  
 
Emergências podem configurar-se desde a supressão do fornecimento de serviços públicos, passando por ameaça de bomba e chegando a desabamentos, inundações ou incêndios, incluindo dezenas de situações, algumas até criminosas, que possam por em risco a continuidade operacional e/ou representar risco imediato a pessoas ,bens ou instalações. Como se vê, não é possível improvisações quando se trata deste assunto. O agir reativo, sem planificação antecipada, quase sempre amplia o problema, e o leva a situações de descontrole pessoal e coletivo com evidentes danos para a organização.  
 
 As novas facetas de risco em segurança que variam de ações do narco e cybercrime, emergências ambientais e operacionais, passando pelo terrorismo e violência urbana, sinalizam para a adoção de medidas preventivas, através da planificação estruturada para emergências e crises, integrando todos os canais da organização, neutralizando, contendo e até revertendo situações que atentem contra pessoas, bens e instalações e/ou que venham a comprometer a continuidade operacional da atividade ou negócio.

Fonte:
Carlos Paiva
Presidente do Comitê de Segurança Empresarial da Agencia Brasil de Segurança - ABS

Que é Segurança do Trabalho
10/02/2015
A Segurança do Trabalho estuda diversas disciplinas como Introdução à Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho, Prevenção e Controle de Riscos em Máquinas, Equipamentos e Instalações, Psicologia na Engenharia de Segurança, Comunicação e Treinamento, Administração aplicada à Engenharia de Segurança, O Ambiente e as Doenças do Trabalho, Higiene do Trabalho, Metodologia de Pesquisa, Legislação, Normas Técnicas, Responsabilidade Civil e Criminal, Perícias, Proteção do Meio Ambiente, Ergonomia e Iluminação, Proteção contra Incêndios e Explosões e Gerência de Riscos.
 
O quadro de Segurança do Trabalho de uma empresa compõe-se de uma equipe multidisciplinar composta por Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho. Estes profissionais formam o que chamamos de SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Também os empregados da empresa constituem a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
 
A Segurança do Trabalho é definida por normas e leis. No Brasil a Legislação de Segurança do Trabalho compõe-se de Normas Regulamentadoras, Normas Regulamentadoras Rurais, outras leis complementares, como portarias e decretos e também as convenções Internacionais da Organização Internacional do Trabalho, ratificadas pelo Brasil.

 

Qualidade de Vida
09/03/2015
Promover a qualidade de vida, o bem-estar físico e emocional dos colaboradores da empresa e adequar o ambiente de trabalho às normas de saúde ocupacional. Esta é a missão da área de Saúde e Segurança no Trabalho da Siemens, que em 2005 realizou o I Fórum

Promover a qualidade de vida, o bem-estar físico e emocional dos colaboradores da empresa e adequar o ambiente de trabalho às normas de saúde ocupacional. Esta é a missão da área de Saúde e Segurança no Trabalho da Siemens, que em 2005 realizou o I Fórum Nacional de Coordenadores Médicos da Siemens, em São Paulo (SP), no qual durante três dias os coordenadores de sete localidades fabris e dos sites onde a empresa presta serviços discutiram temas e estabeleceram as políticas e diretrizes de saúde da Siemens. Depois do encontro foram realizadas reuniões semanais, por meio de conferências telefônicas e reuniões virtuais (via internet), nas quais houve intensa troca de informações e experiências para alinhamento.

Atendimento especial à mulher

Por ser uma empresa voltada para o desenvolvimento de novas tecnologias, a Siemens possui em seu quadro de colaboradores um grande número de engenheiros, em sua maioria homens. No entanto, mesmo com as mulheres representando cerca de um terço do número de colaboradores, a empresa alocou nas unidades da Lapa, Anhangüera e Curitiba um especialista em saúde feminina. A presença de um ginecologista no ambiente de trabalho permitiu tanto a realização de consultas quanto de exames na própria empresa. O resultado foi maior freqüência na realização de exames como papanicolau e prevenção ao câncer de mama, o que se refletiu positivamente na qualidade de vida dessas pessoas. Além disso, as gestantes também puderam fazer o pré-natal no próprio local de trabalho, sendo que algumas fizeram o parto com o mesmo médico que as atendeu nessa fase. No total, em 2005, foram realizadas 106 consultas e 42 pré-natais.

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